quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Esta imagem, demonstra de certa forma a sede que o Primeiro-ministro tem em qualificar o nosso país para que haja uma subida nas estatísticas em relação as qualificações das pessoas.
Cada vez mais, com os avanços tecnológicos, as pessoas vêem-se forçadas a voltar para a escola para obterem certificados de nível secundário, no fundo para poderem manter os seus postos de trabalho e para não ficarem para trás.
No meu ver, acho bem que as pessoas obtenham novas formações, porque cada vez mais no nosso dia-a-dia somos deparados com novas tecnologias e temos que nos manter informados para podermos acompanhar o evoluir da sociedade.
Talvez seja por esse motivo que o governo português esteja a distribuir computadores portáteis “Magalhães” pelas crianças do primeiro ciclo, inserindo desde cedo as novas tecnologias na vida das crianças.
Por outro lado, existem cada vez mais pessoas desempregadas, sobretudo pessoas com mais idade, que se deparam agora com o desemprego, porque não conseguem acompanhar o desenvolvimento tecnológico.
No fundo com estas medidas, o governo português quer que cada vez mais as pessoas obtenham o décimo segundo ano, não importando assim a maneira como ele é obtido ou se as pessoas aprendem alguma coisa com isso, para o nosso governo importa sim os números das estatísticas.
Porém, esta medida serviu para passar uma imagem mais positiva para a Europa em relação ao nosso país, podendo futuramente ter acesso a mais verbas para o funcionamento de novos projectos.
No entanto tem o seu lado negativo, pois em Portugal as coisas são feitas um pouco em cima do “calcanhar”, ou seja, a maioria destas iniciativas não possuem uma estrutura sólida, levando assim a que o ensino seja facilitado.
Em consequência disso, o mercado de trabalho tornar-se-á débil, não permitindo, futuramente, uma boa evolução económica no nosso país.

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