Portugal, até há cerca de 5 anos atrás, tinha um índice de analfabetismo dos mais elevados da Europa.
A partir do momento em que o governo pôs à disposição da população um novo método para conseguir alcançar melhores níveis de ensino, através do programa Novas Oportunidades, e também através de cursos profissionais, o índice de analfabetismo tem vindo a diminuir.
Sendo eu uma aluna que está a “desfrutar”destas oportunidades, e por isso representar mais um número positivo para o referido índice, penso que todos devem aproveitar esta grande oportunidade não só para ficarmos com as habilitações que no passado, por um outro motivo, não conseguimos alcançar, mas também porque aprender não escolhe idade.
No entanto, muitas nuvens assombram este projecto e desde logo destaco o facilitismo que muito se espalhou a sete ventos.
É evidente que as matérias dadas nestes projectos nada têm a ver com as do ensino regular, mas a verdade é que, durante o último meio ano, falei, estudei e escrevi sobre temas que não se dão certamente no ensino regular, e não senti que houvesse algum facilitismo.
Do meu ponto de vista, o grande problema destes novos cursos tem haver com aquelas pessoas que por qualquer motivo ficaram no desemprego e são encaminhadas pelos respectivos centros de emprego par cursos de formação profissional, que lhes dão equivalência ao 9 ou 12 ano, ou seja, essas pessoas, na sua maioria, estão a estudar, não porque querem, mas porque são”obrigadas”, sendo que a maioria parte delas não tira proveito do curso.
Gostaria que as pessoas dessem mais valor a essas aprendizagens e as colocassem em prática.
TRABALHO ELABORADO POR:
CONCEIÇÃO TEIXEIRA
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1 comentário:
Gostei do texto, concordo com a sua visão dos cursos EFA e Novas oportunidades. Com a postura que apresenta e como considera que o aprender não tem idade desafio-a a contiuar depois de terminar estes curso. Pense nisso.
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